
PRISIONEIRO DE MIM
Queria ser como um rio,
Livre,sempre a viajar...
Enfrentando desafios,
Calor ou frio...
Sem ter hora e nem lugar.
Queria ser um navio,
Para poder navegar...
E não ter esse vazio,
Com o sorriso por um fio...
Entristecendo o meu cantar.
Mas, como eu não sou,
Fico sempre aonde estou...
E tento fazer dos espinhos,
Remédio pra minha dor.
ALQUE
Gravura (google imagem)
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