Momentos Poéticos

Momentos Poéticos

sábado, 11 de junho de 2011

DECLARAÇÃO AO MEU AMOR



Rouxinol do Meu Jardim

É ele que vem cedinho,
Cantando pra me acordar.
Trazendo em suas asas,
Raios de sol, pra me iluminar.
Em seu bico carregando,
Gotas de orvalho, pra nos brindar.
Fazendo do meu amanhecer,
Um lindo desabrochar.
E cheia de alegria,
Minhas pétalas a valsar,
Ouvindo seu belo canto,
Como se fosse um encanto,
Nossos corpos exalam amor pelo ar.

Cris Menezes

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sábado, 28 de maio de 2011


CANTAR É O REMÉDIO

Se um dia eu não puder cantar,
Sei que meu peito vai chorar,
E vai sangrar meu coração.
Pois cantar pra mim é como o mar,
Com sua areia pra abraçar,
Se lhe faltar, tudo mais é escuridão.

Mesmo quando há dias incertos,
E a guerra tenta chegar perto,
Mas não pode se aproximar,
Pois entre nós dois, há um deserto,
Invisível a olhos abertos,
Feito do cheiro, desse meu cantar.

Guerra pra mim, só de amor!
Fogo e calor, só dos corpos a se abraçar.
E nos olhos de cada criança, quero esperança...
Pra que o mundo, ainda possa sonhar.

ALQUE

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ABRACEMO-NOS!

Às vezes vejo, alguém sem braços,
Sorriso escasso... e tem sua razão,
Mas o peito, tem um rio de abraços,
E sem fracasso de sua condição...

E em outros, vejo saudáveis braços,
Mas sem espaço pra emoção,
Porque no peito, leva o cansaço,
De andar o passo da multiplicação.

Por que não abraçar, se é tão bom?
É o seu dom, nos fazer feliz.
E quando há cheiro e um batom,
O homem fica, mesmo por um triz.

ALQUE

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domingo, 22 de maio de 2011



PRA UM MUNDO MELHOR

Ajude um irmão, sem saber quem é.
Pois a multidão, de tanto ouvir não.
Está perdendo a fé.

Divida o saber, com quem pouco tem.
Que só faz crescer, ele e você.
E pra o mundo faz bem.

Ponha seu sorriso, nas tristes caras de drama
E tire esse aviso, que diz; não pode pisar na grama.

Pra um mundo melhor, vamos dar as mãos.
Pois quem vive só, está assim de pó!
Cobrindo sua ilusão.

E ao ver cair, lágrimas de um olhar,
Em vez de fugir, o ensine a sorrir,
Que é o que vai lhe curar.

ALQUE

sexta-feira, 6 de maio de 2011


MÃE

Mãe é Colibri,
Pairando no ar...
Mãe é Bem-ti-vi,
Que canta, pra não chorar.
Mãe é brisa boa,
Que nos faz navegar...
Mãe é uma canoa,
Que sempre volta do mar.

Mãe, é o que há de melhor!
Nunca deixa um filho, só.
Pois se o corpo está ausente,
A alma se faz presente,
Desfazendo os nossos nós.

Mãe, é roupa quente no frio,
E água fresca de rio,
Para os tempos de calor.
Mãe, é força que nos afaga,
É luz, que nunca se apaga,
Pois seu brilho é o amor.

ALQUE

Fto (Gislane Menezes & Artur Vinícius)


Figura Materna

Toda mulher, nasce pra ser mãe;
Mas, nem toda mãe tem esse desígnio.
Pois, há a que aborta, abandona...
E até vende, troca ou dá seu filho.

Porém, há as verdadeiras mães...
Aquelas que dedicam seu viver,
Nessa missão tão divina, sublime e árdua.

Exalto as mães de coração...
Aquelas que não são de sangue,
Mas representam essa figura materna.
São elas: as tias solteironas,
As madrinhas,
As velhinhas solitárias (viram avós),
As irmãs de caridade,
E mulheres que a natureza não as fez férteis,
As mãe adotivas.

Cris Menezes
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HOMENAGENS AS MÃES




Mãe ...

Umbigos ligados,
Elo inseparável.
Amor materno,
Divino e eterno.

Cris Menezes

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domingo, 1 de maio de 2011

HOMENAGEM AO TRABALHADOR



Vida Operária

Viver nesse capitalismo que nos assola e transforma o trabalho em uma lida não só diária, mas muitas vezes sem folgas, em troca de horas extras para garantir o sustento, mesmo que seja sem uma sobrevivência digna, é o que acontece com a maioria dos operários.
Bom pra vida, seria trabalhar pra viver e não viver pra trabalhar, mas nos deparamos com o consumismo que faz do homem um escravo do ter.
Refletindo esse assunto, descobri que o maior luxo que um trabalhador pode se dar, é usufruir um dia de folga, deitado (numa cama, numa rede ou numa varanda), deixando o dia passar sem a correria da rotina diária.
O homem dos nosso dias, não descansa, achando que quanto mais trabalhar, chance terá de no futuro gozar de uma boa aposentadoria, mas engana-se, pois a máquina humana depende do presente pra ter uma melhor qualidade de vida na velhice.


Cris Menezes

quarta-feira, 20 de abril de 2011



NEGROS HORIZONTES

Busquei pelos quatro cantos,
Mãos unidas em compromissos,
Mas o que encontrei foi pranto,
Uns matando, outros omissos.
Se o fogo é em outro quintal,
Seu calor não nos faz mal,
E nada temos a ver com isso.

É o homem fazendo bombas,
E bombas virando homens...
Com o mal seguindo nas ondas,
Matando inocentes homens.

Há uma tragédia anunciada.
Por achar que sabem tudo,
E caem na própria cilada,
Pois são insensíveis e mudos.
E o que ganharão no pódio,
Deixarão pra os filhos, o ódio,
Por serem cegos e surdos.

E a mãe, na sua grandeza,
Perdoa as mentes maldosas.
Ganha as dores da incerteza,
Mas, nos dá flores e rosas.


ALQUE


O SONHO

Sonhei que eu era um rio,
Diferente dos demais.
Incoerente... Vadio...
Pois só andava pra trás.
No inverno, me recolhia,
E no verão, a água corria,
Pra não ter filhos sem pais.

Pois ficavam todos,
Na terra natal!
Pedra que não cria lodo,
É pedra de litoral.

Olhos tristes, ali brilhavam,
O antes cinza, verdes cores.
E alegre, as plantas floravam,
Atraindo os beija-flores.
Foi quando eu acordei,
E uma sirene escutei,
Carregando as mesma dores.

E pra realidade,
Eu logo voltei.
O rio, ficou na vontade...
Água, só a que chorei.

ALQUE

domingo, 10 de abril de 2011



A ÚNICA SAIDA

O amor, mesmo sendo mudo,
Está sempre a nos dizer...
Que é o caminho de tudo,
Pra plantar e pra colher.
E não existe um estudo,
Que ensine como fazer...
É só amando pra saber.

E o amor, por ser nobre,
Não tem cor, tato, nem cheiro.
Sua flor dar em rico e pobre,
Em Março, Agosto ou Janeiro.
Feliz é quem o descobre,
E a dor da desilusão,
Só chega no coração,
Se ele não for verdadeiro.

E mesmo sem ele falar,
Diz mais que os Generais,
Que fazem muitos, “fumar”...
Mas, não é o cachimbo da paz.

ALQUE
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AUTOAVALIAÇÃO

Hoje eu acordei mais cedo,
Foi um medo que me despertou...
Recordei todo o meu enredo,
Escrito com sorriso e dor.

Mas fiz sempre o mesmo caminho,
Pois sou o vento do meu moinho.

Quando pequeno, eu só queria;
Crescer! Crescer! Era o meu hino.
Mas uma coisa, eu não sabia,
Que pra sempre serei menino.

A cara de quem sabe tudo,
Não passa mesmo de um escudo.

Já fui ciclone e calmaria,
Pra uns, bom, pra outros, vilão.
E aprendi que é no dia a dia,
Onde está a melhor lição.

Por que é que queremos tanto?
Se tudo fica... Até o pranto...

ALQUE
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sábado, 19 de março de 2011



Olhares Amantes

Seu olhar, no acaso cruzou com o meu.
Hoje meus olhos, só querem os seus,
Refletindo alegria na janela da minha alma.

Cris Menezes

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HOMENAGEM AO MEU POETA PREDILETO - ALQUE



Presente Inigualável

Ganhar você, foi um presente divino.
Que aprecio, com todo esmero.
E cuido, com muito carinho.
Compartilhar a vida ao seu lado, é maravilhoso.
Amar você, é meu bem mais precioso.

Cris Menezes
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segunda-feira, 14 de março de 2011

PARABÉNS ABRAÇO LITERÁRIO/ SESC - 4 ANINHOS




LUCINHA MARQUES, PARABÉNS POR INCENTIVAR A LEITURA E PROPAGAR A LITERATURA CEARENSE.
CADA ENCONTRO É UM NOVO APRENDIZADO.
ABRAÇO, CRIS MENEZES!