Momentos Poéticos

Momentos Poéticos

sábado, 12 de junho de 2010



Palavras ao meu amor

A esse poeta, amor e amigo,tenho muito a lhe dizer...
Pois nada se compara as suas rimas e melodias,
Que pra mim, faz todos os dias, alegrando o meu viver.
De coração, digo-lhe:

Obrigada,
Por ser sua amiga, onde a constância não se cobra;
Por saber que hoje lhe afago e lhe faço sorrir;
Por ser meu bem-te-vi e sempre poder cantar;
Por ser o vento que lhe sorriu e lhe levou para o cais;
Por ser a flor que faltava em seu jardim;
Por ser seu anjo profano;
Por ser o que eu mais queria;
Por ser seu encaixe perfeito;
Por ser sua estrela do presente;
Por ser seu vulcão de emoção;
Por ter os cachos e tranças onde se sente bem;
Por ser a mulher amada do seu soneto;
Por ser sua planta rara em forma de mulher menina;
Por ter a magia das borboletas e lhe trazer encantos;
Por ser sua certeza que aquece e espanta a tristeza;
Por ser sua morena de cheiro.

Mas obrigada mesmo,
Por tê-lo em minha vida como meu maior presente.

Cris Menezes
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sexta-feira, 11 de junho de 2010

HOMENAGEM - DIA DOS NAMORADOS




Gravuras (google imagem)


AMAR NÃO É SÓ DIZER

Eu te amo!
Todo mundo diz.
Mas não passa de risco de giz.
E a lousa do peito, nas letras dá um jeito...
E se ler; não me sinto feliz.

Amar, não é só dizer!
É sentir! É viver!
É uma estrada boa pra caminhar...
É um mar, que traz em suas ondas, sempre um novo dia.
Um dia sem anoitecer...
Pois o brilho de cada olhar, faz da noite um eterno luar...
Como se só houvesse o amanhecer.

ALQUE

domingo, 6 de junho de 2010



EXEMPLOS QUE DEVÍAMOS SEGUIR...

Quanto mais eu observo a Mãe Natureza, em seus pequenos detalhes, me convenço; que ela é mesmo justa e matemática. Tudo está onde deveria, água, nas planícies, gelo, nas montanhas e os mares, nas depressões. Imaginem se fosse o contrário!
Os rios, com seus caminhos já traçados: as nascentes vêem sempre de uma fonte nas serras, e seguem obedientes, desaguando em um grande rio, ou mesmo direto no mar. Quando mudam seus trajetos, é que teve a mão do homem, destruindo os ecossistemas que ficam à suas margens, e ai, vêem as calamidades, como as que estamos vivendo agora.
Por que o homem não segue esses exemplos que citei? Preferem criar caminhos outros, sem um leitos, pois correm só na superfície, com alagações já previsíveis...
Se seguíssemos os exemplos da natureza, veríamos que só há um caminho pra se chegar. Os rios são pequenas alamedas, que sempre terminam na grande avenida; que é o mar. E na vida é a mesma coisa; há muitos, só que não passam de pequenas veredas, mas em cada uma, há sempre uma luz que nos leva ao único e grande caminho, que é o Amor. Pensem nisso!

ALQUE Gravura (google imagem)


ROTAS ALTERADAS

A mãe terra, com a gente
Já anda mesmo tristonha...
E essas tantas enchentes...
É o seu choro na fronha.
Ferida e desiludida...
Por não nascer mais vergonha.

É um rio que secou,
E outro que transbordou...
Só o desamor,
É que não para de crescer.
E onde havia flor,
Hoje há rouco de motor...
Com seu odor,
Difícil de sobreviver.

Pois só se planta concreto,
E florestas de cimento...
Não há mais lua no teto,
E nem cabelos ao vento...
Tudo parado... E calado...
São, os frios monumentos.

ALQUE
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HOMENAGEM AO MEIO AMBIENTE!





Gravuras (google imagem)

sexta-feira, 4 de junho de 2010



Brilho Magnífico

Adoro admirar noites de luar,
Que belas a brilhar,
Vem meus olhos encantar.

Se minguante...
Vejo-a cativante.

Ah! Lua cheia...
Essa aos amantes se presenteia.

Lua crescente...
Envolve nossas mentes.

E quando nova...
Esconde-se e renova,
O amor de muita gente.

Cris Menezes
Gravura (google imagem)


...SEM REMÉDIO...

Lá, lá no meu sertão...
Se não vem a chuva,
Aumenta as viúvas,
E a desolação.
Logo, morre a criação...
A vista fica turva,
E o corpo se curva,
E os homens se vão...

Pois não há mais nada a fazer!
Fugir é a busca do sobreviver.

Levam e deixam solidão...
E tentam fazer graça,
Mas tudo é uma farsa,
Pra iludir o coração.
Eles, sobem à construção...
E elas com as pequenas,
Em suas novenas,
Pedem em oração:

Pra um dia, quando o sol nascer,
Ouvir alguém na estrada, gritar;
Sou eu que já cansei de sofrer,
E desta vez volto para ficar.

ALQUE
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quinta-feira, 3 de junho de 2010



Soneto para meu amor

Amor que tenho, pra ele vivo e venero,
Nele está tudo que sempre quis e quero.
Transformou a minha vida numa primavera,
Com poesia e melodia coloriu minha aquarela.

Amor esse que a vida me presenteou...
Veio feito um luar e logo me cativou,
Aos meus olhos um novo brilho despertou,
E sua vida na minha vida se enlaçou.

Amor em que a amizade sempre vigora.
Aonde a compreensão nunca vai embora
E a cumplicidade entre nós habita.

Amor, meu mais sublime sentimento,
Que me traz emoção a todo o momento.
E meu corpo é alma que nele levita.

Cris Menezes
Gravura (google imagem)

quarta-feira, 2 de junho de 2010



FUI... SOU E SEREI...

Não sei se sorte ou sina,
Eu ter vindo lá do mato,
Onde o chá era aspirina
E o verde das colinas,
Eram as lentes de contato.
Os jumentos eram as motos,
Que traziam os devotos...
E as fotos, eram só retratos.

Pequeno, eu já fui um rio,
Depois o cruzei num bote...
E alguns ventos sombrios,
Cercaram o meu plantio,
Tentando-me com novo mote....
E tranquilo, eu os rechacei!
Pois fui, sou e serei,
As pedras lá do SERROTE.

Por ser parte de uma Ata,
Talvez eu seja o caroço...
Eu nunca olho nas datas,
Porque não valem o esforço...
E Sou duro feito osso,
Se alguém me desacata.
Mas se recebo um carinho,
Transformo os meus espinhos,
Em um doce de batata.

Tive que vestir saudade,
Para fazer esses versos...
Pois era grande a vontade,
De fazer o caminho inverso...
E é com os olhos submersos,
Por não ver mais a verdade
Que lhes digo: de nada serve o progresso,
Se o peito é um trem expresso,
Que só carrega a maldade!

Ouvi, Adeus ingrata! Em serenata...
Enquanto pássaros sorriam nas matas...
E hoje o meu medo é dos estranhos brinquedos
E dos homens de gravatas...

ALQUE
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segunda-feira, 31 de maio de 2010



O TREM DA VIDA

Busque seu trem... Ele só passa uma vez!
E nunca vem, pelo caminho que já fez.
O céu azul, tem nos invernos e nos verões...
E o corpo é nu e não justifica as ambições.

Café com pão, bolacha, não...
Café com pão, bolacha, não...
Não é esse trem!
O trem da vida, não espera por ninguém.

Em vez de guerra, porque não plantar o amor?
Pois na mãe terra, já anda faltando flor.
Fuja do incerto, que é o caminho do vício...
Está bem perto, mas leva ao precipício.

ALQUE
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domingo, 16 de maio de 2010



QUERO UM REMÉDIO

Pra essa dor,
Que não é de amor!
Tédio? Sei que não é!
Nostalgia? Talvez...
Por ter uma saudade,
Que me levou a alegria.

Por essa busca da paz,
Que é o que meu ser semeia,
E por não compreender,
Meus pensamentos conflitantes.
Busco pra essa dor da alma,
Um elixir que me cure...
É isso que meu peito anseia.

Cris Menezes
Gravuraa (google imagem)



AO VENCEDOR, SORRISOS E LÁGRIMAS...

O vencedor, ao ganhar o troféu,
Por ser o dono da vitória,
Leva também, a ira do réu...
Porque mudou a sua história.

É isso que sempre alimenta,
E fomenta a inútil guerra...
Deixando a cútis cinzenta,
Da nossa pobre mãe terra.

É que o homem vive correndo,
Em busca do quê? Não sabe...
Não ver que só está perdendo,
Por entrar onde não lhe cabe.

Há um único troféu nessa vida!
E esse é o maior em grandeza.
Porque é bem difícil a corrida...
É vencermos as nossas fraquezas.

ALQUE
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segunda-feira, 10 de maio de 2010



O TEMPO E SEUS ENSINAMENTOS

O tempo é igual às estações,
Em todas existem lições,
Que sempre farão crescer.
Se tudo principia no começo,
E tudo tem o tempo e o preço,
Temos que pagar pra ver.

Primavera, é o guia dos vinte anos,
E o inverno rega os planos,
De onde nascem as escolhas.
O verão virá depois dos cinqüenta,
E o outono, o frio inventa...
É quando caem nossas folhas.

É essa a sequência pra aposentadoria,
Que depois de muita luta,
Ao chegar o fim da labuta,
A vida se torna vazia.
Mas cabe a cada um de nós,
Ser o rio e o mar, para que na foz,
Receba sua própria sabedoria.

ALQUE
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NADA É IGUAL!

Mães!
Não deviam ir embora...
São como o brilho da aurora,
Que faz sorrir nos distantes rincões.

Mães!
Sua falta nos apavora...
E deixa mais pobre a flora,
Que há dentro dos corações.

Mães!
Merecem todos os troféus!
E se existir mesmo céu,
Todas já tem seu lugar.

Mães!
Não há nada tão fiel!
Do amargo fazem mel,
E nos adoçam com o olhar.
De suas mãos vêem o alimento...
E o coração é o nosso cata-vento...


ALQUE
Gravura (imagem google)