DA LITERATURA SOMOS ADMIRADORES, APRENDIZES DE ESCRITORES, POIS ELES JÁ SÃO FRUTOS E NÓS, APENAS FLORES!! ALQUE
Momentos Poéticos
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
domingo, 25 de janeiro de 2009
NADA É TÃO ESPECIAL!
Hoje o que me afaga e me faz sorrir.
É esse teu jeito, que deixa meu peito
Batendo por ti.
É algo que embriaga, mas eu acho bom.
Pois cura minhas magoas e doçura propaga,
Como fosse som...
Sei que minha não és, pois como as marés,
Nunca quer ficar...
Será que é por medo da areia?
Ou do brilho da lua cheia?
Que possam, fazê-la me amar...
Que possam, fazê-la me amar...
ALQUE
Hoje o que me afaga e me faz sorrir.
É esse teu jeito, que deixa meu peito
Batendo por ti.
É algo que embriaga, mas eu acho bom.
Pois cura minhas magoas e doçura propaga,
Como fosse som...
Sei que minha não és, pois como as marés,
Nunca quer ficar...
Será que é por medo da areia?
Ou do brilho da lua cheia?
Que possam, fazê-la me amar...
Que possam, fazê-la me amar...
ALQUE
sábado, 24 de janeiro de 2009
PROGRESSO... E DESORDEM
Por não gostar dessa água...
A magoa chega a mim primeiro...
Só publicar matéria paga...
É a saga dos jornalisteiros.
E amarga! Amarga! Amarga o meu ano inteiro.
Todos correm atrás da bola...
Escola, não leva ao estrangeiro!
E em vez de livros, esmolas!
A cola... é todo fevereiro!
E amarga! Amarga! Amarga o meu ano inteiro.
E esse rio onde desagua...
Apaga o que era verdadeiro.
Pois come com fome de draga...
E afaga com mãos de dinheiro.
E amarga! Amarga! Amarga o meu ano inteiro.
Nunca terão o meu sim...
Pois quero é o fim do que canto agora!
Pra não sentir nenhum trauma,
Quero é bater palma pra fauna e a flora.
Pois amarga! Amarga! Amarga, mas não me devora!
ALQUE
PS: POEMAS EM CANÇÕES/ VOL. I
Por não gostar dessa água...
A magoa chega a mim primeiro...
Só publicar matéria paga...
É a saga dos jornalisteiros.
E amarga! Amarga! Amarga o meu ano inteiro.
Todos correm atrás da bola...
Escola, não leva ao estrangeiro!
E em vez de livros, esmolas!
A cola... é todo fevereiro!
E amarga! Amarga! Amarga o meu ano inteiro.
E esse rio onde desagua...
Apaga o que era verdadeiro.
Pois come com fome de draga...
E afaga com mãos de dinheiro.
E amarga! Amarga! Amarga o meu ano inteiro.
Nunca terão o meu sim...
Pois quero é o fim do que canto agora!
Pra não sentir nenhum trauma,
Quero é bater palma pra fauna e a flora.
Pois amarga! Amarga! Amarga, mas não me devora!
ALQUE
PS: POEMAS EM CANÇÕES/ VOL. I
IMPOSSIVEL...
Impossível é não te querer...
Pois ao te ter,
Eu sinto um grande clarão.
Que logo me incendeia...
O brilho é lua cheia,
Mas o fogo é de um vulcão!
Tens um lago de emoção,
Em tuas pequenas mãos!
É como um amanhecer...
A crescer em turbilhão
Que ao invadir o meu ser,
Algo em mim faz renascer...
Tão bela é a sensação.
E se um dia eu tiver que ir,
só o corpo irá partir...
Pois ficará o coração.
ALQUE
PS: POEMAS EM CANÇÕES/ VOL. I
Impossível é não te querer...
Pois ao te ter,
Eu sinto um grande clarão.
Que logo me incendeia...
O brilho é lua cheia,
Mas o fogo é de um vulcão!
Tens um lago de emoção,
Em tuas pequenas mãos!
É como um amanhecer...
A crescer em turbilhão
Que ao invadir o meu ser,
Algo em mim faz renascer...
Tão bela é a sensação.
E se um dia eu tiver que ir,
só o corpo irá partir...
Pois ficará o coração.
ALQUE
PS: POEMAS EM CANÇÕES/ VOL. I
terça-feira, 20 de janeiro de 2009

A MÃE PEDE COLO
E essa mãe que só murmura,
Já foi pura e a cura,
De toda as nossas tristezas.
E hoje, não mais revela...
Rasgaram a tela de sua flora,
Por isso chora, com a incerteza.
Estranha espécie de filho,
Que joga a mãe na fogueira...
Pois se aumentar seu brilho,
Queima a planta derradeira.
E a mãe, nos pede colo...
Sentindo o cinza no solo,
Antes tão verde! E se desespera,
Vendo o fracasso...
E pede um abraço, pra primavera.
ALQUE
domingo, 18 de janeiro de 2009

AMAR
Amar...
É sentir sempre o mar
Molhando os seus pés...
É curtir o luar
Se amando num convés...
Mesmo estando a léguas do oceano.
Amar...
É ir dormir e acordar
Pensando em alguém...
É sorrir como o olhar,
Ao falar com o seu bem...
É se dar e esquecer antigos planos...
Amar...
Faz vermos tudo em cores,
Mesmo não sendo dia...
E cura nossas dores
Com sua fantasia.
Faz querermos o bem querer a cada segundo....
Amar...
Faz brincar de viver,
Sem pensar, só sonhar!
Faz correr sem olhar,
E às vezes tropeçar...
Mas não deixem de amar!
Pois é o que há de melhor nesse mundo!
ALQUE
PS: POEMAS EM CANÇÕES/ CD VOL. I
PARA OUVÍ-LA: SITE RECANTO DAS LETRAS
Amar...
É sentir sempre o mar
Molhando os seus pés...
É curtir o luar
Se amando num convés...
Mesmo estando a léguas do oceano.
Amar...
É ir dormir e acordar
Pensando em alguém...
É sorrir como o olhar,
Ao falar com o seu bem...
É se dar e esquecer antigos planos...
Amar...
Faz vermos tudo em cores,
Mesmo não sendo dia...
E cura nossas dores
Com sua fantasia.
Faz querermos o bem querer a cada segundo....
Amar...
Faz brincar de viver,
Sem pensar, só sonhar!
Faz correr sem olhar,
E às vezes tropeçar...
Mas não deixem de amar!
Pois é o que há de melhor nesse mundo!
ALQUE
PS: POEMAS EM CANÇÕES/ CD VOL. I
PARA OUVÍ-LA: SITE RECANTO DAS LETRAS
sábado, 17 de janeiro de 2009
A PROVA
Numa prova sobre o amor...
Tudo é a favor, não há nada de ruim.
Pois mesmo com alguma dor...
Só marco o sim, sim, sim.
Sem ele, eu sou um navio,
Que do cais não partiu...
E aqueles tristes campos,
Que vivem em prantos,
Pois mais nada lhe floriu.
E se você não tirou um A,
Logo terá que buscar um professor...
Pois até as pobres meninas,
Que vivem pelas esquinas...
Sabem o que é o amor.
E VOCÊ NÃO!
ALQUE
PS: POEMAS EM CANÇÕES/ CD VOL I
Para ouví-la: site recanto das letras (áudio)
Numa prova sobre o amor...
Tudo é a favor, não há nada de ruim.
Pois mesmo com alguma dor...
Só marco o sim, sim, sim.
Sem ele, eu sou um navio,
Que do cais não partiu...
E aqueles tristes campos,
Que vivem em prantos,
Pois mais nada lhe floriu.
E se você não tirou um A,
Logo terá que buscar um professor...
Pois até as pobres meninas,
Que vivem pelas esquinas...
Sabem o que é o amor.
E VOCÊ NÃO!
ALQUE
PS: POEMAS EM CANÇÕES/ CD VOL I
Para ouví-la: site recanto das letras (áudio)
A FORÇA INTERIOR
Já nasci com sorte,
Por ser aqui do lado norte...
Já vim com os cortes,
Pra fugir ventos.
Pois não é o porte ,
Que nos deixa forte,
E sim, o pensamento.
Ele é o bom mote,
A água do pote,
A fé dos peregrinos.
O melhor dos dotes,
Pois vem de um lote,
De eternos meninos.
Há grandes, pequenos,
Onde só se guarda o feno...
E pequenos grandes,
Como o eterno GANDHI,
Pena que são poucos...
Pois são grandes os mantos,
Mas pequenos os ‘santos’...
“Santo” do pau oco.
ALQUE
PS: POEMAS EM CANÇÕES/ CD VOL I
Para ouví-la: site recanto das letras (áudio)
Já nasci com sorte,
Por ser aqui do lado norte...
Já vim com os cortes,
Pra fugir ventos.
Pois não é o porte ,
Que nos deixa forte,
E sim, o pensamento.
Ele é o bom mote,
A água do pote,
A fé dos peregrinos.
O melhor dos dotes,
Pois vem de um lote,
De eternos meninos.
Há grandes, pequenos,
Onde só se guarda o feno...
E pequenos grandes,
Como o eterno GANDHI,
Pena que são poucos...
Pois são grandes os mantos,
Mas pequenos os ‘santos’...
“Santo” do pau oco.
ALQUE
PS: POEMAS EM CANÇÕES/ CD VOL I
Para ouví-la: site recanto das letras (áudio)
AMAR
Amar...
É sentir sempre o mar
Molhando os seus pés...
É curtir o luar
Se amando num convés...
Mesmo estando a léguas do oceano.
Amar...
É ir dormir e acordar
Pensando em alguém...
É sorrir como o olhar,
Ao falar com o seu bem...
É se dar e esquecer antigos planos...
Amar...
Faz vermos tudo em cores,
Mesmo não sendo dia...
E cura nossas dores
Com sua fantasia.
Faz querermos o bem querer a cada segundo....
Amar...
Faz brincar de viver,
Sem pensar, só sonhar!
Faz correr sem olhar,
E às vezes tropeçar...
Mas não deixem de amar!
Pois é o que há de melhor nesse mundo!
ALQUE
PS: POEMAS EM CANÇÕES/ CD VOL I
Para ouví-la: site recanto das letras (áudio)
Amar...
É sentir sempre o mar
Molhando os seus pés...
É curtir o luar
Se amando num convés...
Mesmo estando a léguas do oceano.
Amar...
É ir dormir e acordar
Pensando em alguém...
É sorrir como o olhar,
Ao falar com o seu bem...
É se dar e esquecer antigos planos...
Amar...
Faz vermos tudo em cores,
Mesmo não sendo dia...
E cura nossas dores
Com sua fantasia.
Faz querermos o bem querer a cada segundo....
Amar...
Faz brincar de viver,
Sem pensar, só sonhar!
Faz correr sem olhar,
E às vezes tropeçar...
Mas não deixem de amar!
Pois é o que há de melhor nesse mundo!
ALQUE
PS: POEMAS EM CANÇÕES/ CD VOL I
Para ouví-la: site recanto das letras (áudio)
A ROTA DAS ROSAS ESPECIAIS
Eu já cansado, desses tempos da mesmice,
Onde tudo é só planície...
Assim como o frenesi da beira-mar,
Com os assaltos no asfalto e no planalto,
Resolvi fugir pra um alto...
Aonde espero que ninguém vá me encontrar.
Não há aviso me dizendo onde piso,
E nem preciso ter que comprar um sorriso.
Fica ao Norte, donde a sorte não se veste...
Mas há o belo campestre com o cheiro simples das mães
Lá a guarida é o dia a dia na vida...
E quando há pouca comida, eles multiplicam os pães.
Não há aviso me dizendo onde piso,
E nem preciso ter que comprar um sorriso.
Foi nesse monte que encontrei rosas tão belas,
Uma donzela com um brilho sem dimensões.
E mais acima, há a que transforma o clima...
Pois com ela tudo rima
Por ter muitos corações.
Sinto que o templo já me deu sua varanda,
Mesmo com um tempo dessa ciranda do ter.
Serei em troca um jardineiro diferente...
E regarei suas vertentes, pra que sejam um eterno florescer.
Não há aviso me dizendo onde piso,
E nem preciso ter que comprar um sorriso.
ALQUE
PS: POEMAS EM CANÇÕES/ CD VOL I
Para ouví-la: site recanto das letras (áudio)
Eu já cansado, desses tempos da mesmice,
Onde tudo é só planície...
Assim como o frenesi da beira-mar,
Com os assaltos no asfalto e no planalto,
Resolvi fugir pra um alto...
Aonde espero que ninguém vá me encontrar.
Não há aviso me dizendo onde piso,
E nem preciso ter que comprar um sorriso.
Fica ao Norte, donde a sorte não se veste...
Mas há o belo campestre com o cheiro simples das mães
Lá a guarida é o dia a dia na vida...
E quando há pouca comida, eles multiplicam os pães.
Não há aviso me dizendo onde piso,
E nem preciso ter que comprar um sorriso.
Foi nesse monte que encontrei rosas tão belas,
Uma donzela com um brilho sem dimensões.
E mais acima, há a que transforma o clima...
Pois com ela tudo rima
Por ter muitos corações.
Sinto que o templo já me deu sua varanda,
Mesmo com um tempo dessa ciranda do ter.
Serei em troca um jardineiro diferente...
E regarei suas vertentes, pra que sejam um eterno florescer.
Não há aviso me dizendo onde piso,
E nem preciso ter que comprar um sorriso.
ALQUE
PS: POEMAS EM CANÇÕES/ CD VOL I
Para ouví-la: site recanto das letras (áudio)
quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
A IMPORTÂNCIA DE CADA UM...
Hoje, pra não fugir da rotina,
Falarei também com rimas,
Mesmo tendo o assunto,
Um clima um tanto formal.
É sobre a importância que temos um para o outro...
Há quem diga que dá muito,
Mas em troca, só vem pouco...
Mas isso, não é moeda de troco!
E antes que fique rouco,
Vá seguindo o meu sinal!
Felizmente, o amor não é matemático,
Se fosse, seria um negocio,
E não seriamos amantes, e sim sócios...
Pois sem o ócio, e a vida era só somar.
Quem tem pra dá, dar um mar...
E que não o tem, dar um rio...
Pobre, do peito vazio...
Pois esse só tem o frio, e nada poderá dar.
Não se mede sentimentos,
Curte-se cada momento,
Cue é único, como o brilho de um olhar.
E se ele é curto ou duradouro,
Só a fonte onde se esconde o tesouro,
[que é o tempo], nos dirá...
ALQUE
Hoje, pra não fugir da rotina,
Falarei também com rimas,
Mesmo tendo o assunto,
Um clima um tanto formal.
É sobre a importância que temos um para o outro...
Há quem diga que dá muito,
Mas em troca, só vem pouco...
Mas isso, não é moeda de troco!
E antes que fique rouco,
Vá seguindo o meu sinal!
Felizmente, o amor não é matemático,
Se fosse, seria um negocio,
E não seriamos amantes, e sim sócios...
Pois sem o ócio, e a vida era só somar.
Quem tem pra dá, dar um mar...
E que não o tem, dar um rio...
Pobre, do peito vazio...
Pois esse só tem o frio, e nada poderá dar.
Não se mede sentimentos,
Curte-se cada momento,
Cue é único, como o brilho de um olhar.
E se ele é curto ou duradouro,
Só a fonte onde se esconde o tesouro,
[que é o tempo], nos dirá...
ALQUE
O VER... 
O ver, não é só olhar...
É sentir... Refletir... É sonhar.
É saber que o que se vê,
Nem sempre é o que parece ser...
Muitas vezes, só está...
Como verbo é imperfeito,
E quase não tem sujeito, só conceitos,
Pra pensar...
Pois não adianta ir ao mar ver o porto ,
E ficar contando as velas!
Tem que sentir-se uma delas...
A navegar... A navegar... A navegar...
ALQUE

O ver, não é só olhar...
É sentir... Refletir... É sonhar.
É saber que o que se vê,
Nem sempre é o que parece ser...
Muitas vezes, só está...
Como verbo é imperfeito,
E quase não tem sujeito, só conceitos,
Pra pensar...
Pois não adianta ir ao mar ver o porto ,
E ficar contando as velas!
Tem que sentir-se uma delas...
A navegar... A navegar... A navegar...
ALQUE
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
SONHAR
Sonhar, é como contar estrelas...
Não sabemos se estão lá,
E nem se estamos a vê-las.
É como o brilho do olhar,
Que diz: Para que ficar,
Se eu não posso mais tê-la?
Sonhar, é voar como o vento...
Sem a moça pra ajudar,
Pois não existe assento.
Mas há pássaros a cantar...
E o mar, nosso maior monumento.
Não há primeiros socorros,
Nesse morro, ninguém vai.
Pois logo soltam os cachorros,
Até para mãe e pai.
Mais é assim mesmo um sonho!
Com sorrisos e tristonho,
Mesmo com asas, às vezes cai.
Mas um sonho, é o ar que se respira...
Clorofila que nos faz viver.
Se não o temos, somos barco sem leme
E sem remos, à deriva...
Que nada deriva e vai desaparecer.
ALQUE
Sonhar, é como contar estrelas...
Não sabemos se estão lá,
E nem se estamos a vê-las.
É como o brilho do olhar,
Que diz: Para que ficar,
Se eu não posso mais tê-la?
Sonhar, é voar como o vento...
Sem a moça pra ajudar,
Pois não existe assento.
Mas há pássaros a cantar...
E o mar, nosso maior monumento.
Não há primeiros socorros,
Nesse morro, ninguém vai.
Pois logo soltam os cachorros,
Até para mãe e pai.
Mais é assim mesmo um sonho!
Com sorrisos e tristonho,
Mesmo com asas, às vezes cai.
Mas um sonho, é o ar que se respira...
Clorofila que nos faz viver.
Se não o temos, somos barco sem leme
E sem remos, à deriva...
Que nada deriva e vai desaparecer.
ALQUE
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

QUANTO VALE UM SORRISO?
Pra quem sorrir, custa pouco.
É só liberar os olhos, a boca
E soltar sua porção de louco.
E verá o bem que fará a alguém,
Pois o sorriso é aurora que nunca evapora...
Ele é feito água de coco.
Ah se esse povo sisudo, mesmo mudo...
Ah se esse povo sisudo, mesmo mudo...
Fosse um pouco sorridente!
Pra germinar a semente, que mudaria isso tudo.
ALQUE
A FLOR VIDA
E que flor é esta, que sempre faz festa, até no frio outono?
É, devia não ter sono, pra não dormir jamais...
Pois são como estrelas, suas pétalas principais...
Duas belas janelas... Embriago-me nelas...
Queria tê-la o tempo inteiro... E seu cheiro, sentir mais e mais.
Quem é esta flor, esta flor menina,
Que mesmo que a dor lhe cause ruínas, ainda me ensina a ter esperança...
E isso me alcança, e me enche de paz!
Não deve haver nomes pra tão raras flores...
E nem cores definidas...
Assim, as escolherei: Sua cor será a que tem o mar em plena lua cheia,
Onde até a mulher feia se sente à preferida...
E o nome... O nome, depois de muito pensar, acho que o encontrei:
Você vai se chamar; FLOR VIDA!
ALQUE
E que flor é esta, que sempre faz festa, até no frio outono?
É, devia não ter sono, pra não dormir jamais...
Pois são como estrelas, suas pétalas principais...
Duas belas janelas... Embriago-me nelas...
Queria tê-la o tempo inteiro... E seu cheiro, sentir mais e mais.
Quem é esta flor, esta flor menina,
Que mesmo que a dor lhe cause ruínas, ainda me ensina a ter esperança...
E isso me alcança, e me enche de paz!
Não deve haver nomes pra tão raras flores...
E nem cores definidas...
Assim, as escolherei: Sua cor será a que tem o mar em plena lua cheia,
Onde até a mulher feia se sente à preferida...
E o nome... O nome, depois de muito pensar, acho que o encontrei:
Você vai se chamar; FLOR VIDA!
ALQUE
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