A FLOR VIDA
E que flor é esta, que sempre faz festa, até no frio outono?
É, devia não ter sono, pra não dormir jamais...
Pois são como estrelas, suas pétalas principais...
Duas belas janelas... Embriago-me nelas...
Queria tê-la o tempo inteiro... E seu cheiro, sentir mais e mais.
Quem é esta flor, esta flor menina,
Que mesmo que a dor lhe cause ruínas, ainda me ensina a ter esperança...
E isso me alcança, e me enche de paz!
Não deve haver nomes pra tão raras flores...
E nem cores definidas...
Assim, as escolherei: Sua cor será a que tem o mar em plena lua cheia,
Onde até a mulher feia se sente à preferida...
E o nome... O nome, depois de muito pensar, acho que o encontrei:
Você vai se chamar; FLOR VIDA!
ALQUE
DA LITERATURA SOMOS ADMIRADORES, APRENDIZES DE ESCRITORES, POIS ELES JÁ SÃO FRUTOS E NÓS, APENAS FLORES!! ALQUE
Momentos Poéticos
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
A VIDA É HOJE
Nessas noites mal dormidas, as feridas adormecidas
Sempre voltam e ficam procurando briga..
Remoendo intrigas.
E o que fazer? Tentar não viver do ontem e nem querer o amanhã,
Pois entre essas duas irmãs, existe o filho do meio
O hoje! Onde não há sorteios e nem a espera do correio,
Depende de sua ação, pra ser vilão ou galã.
Não sigam em linha reta, se sua meta é à esquerda
E verá que na somatória de ganhos, há mais vitórias que perdas
Usem as gavetas da mente pra guardar presentes bons,
Os ruins deixem ao relento, na companhia dos ventos...
Pois em cada momento há um novo invento...
Procure ouvir o seu som!
Valorizem o abrigo que vem de um amigo, [que já se conta nos dedos].
E amem, amem sem medo! Sejam como aquela água que nunca teme o rochedo.
Não fiquem sujeito a esses pratos feitos, onde os preconceitos comandam o enredo.
Entendam que: Nada mais somos que pequenos grãos, nessa imensidão que é o universo.
A emoção, não tem cor e nem religião, e um aperto de mão, vale bem mais que um tesouro submerso.
ALQUE
Nessas noites mal dormidas, as feridas adormecidas
Sempre voltam e ficam procurando briga..
Remoendo intrigas.
E o que fazer? Tentar não viver do ontem e nem querer o amanhã,
Pois entre essas duas irmãs, existe o filho do meio
O hoje! Onde não há sorteios e nem a espera do correio,
Depende de sua ação, pra ser vilão ou galã.
Não sigam em linha reta, se sua meta é à esquerda
E verá que na somatória de ganhos, há mais vitórias que perdas
Usem as gavetas da mente pra guardar presentes bons,
Os ruins deixem ao relento, na companhia dos ventos...
Pois em cada momento há um novo invento...
Procure ouvir o seu som!
Valorizem o abrigo que vem de um amigo, [que já se conta nos dedos].
E amem, amem sem medo! Sejam como aquela água que nunca teme o rochedo.
Não fiquem sujeito a esses pratos feitos, onde os preconceitos comandam o enredo.
Entendam que: Nada mais somos que pequenos grãos, nessa imensidão que é o universo.
A emoção, não tem cor e nem religião, e um aperto de mão, vale bem mais que um tesouro submerso.
ALQUE
quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

CAMPOS HARMÔNICOS
A tempos, minha parede tinha um quadro de voltar.
Mas lhe faltava insumo... Por isso era incerto o rumo...
Minha sede hoje é uma rede pra contigo namorar.
Sentindo o cheiro do mar.
Ali naquela casinha! Bela, por não ter vizinhas.
E a noite ou de manhãzinha, nosso brilho é de um luar.
Lá, o sol chega mais cedo!
Para tristeza do medo...
E festa da passarada.
Que cumprindo seu enredo,
Abandona os arvoredos e segue sua jornada.
É onde o vento é maestro e as palmeiras o coral.
E as dunas, feito um amante, beijam o solo a todo instante,
Num eterno ritual.
E eu, comigo converso e confesso:
Tenho mais do que preciso.
E o peito bate mais forte,
Festejando a minha sorte.
E findo, com um grande sorriso. Rsrsrsrsrsr.
A tempos, minha parede tinha um quadro de voltar.
Mas lhe faltava insumo... Por isso era incerto o rumo...
Minha sede hoje é uma rede pra contigo namorar.
Sentindo o cheiro do mar.
Ali naquela casinha! Bela, por não ter vizinhas.
E a noite ou de manhãzinha, nosso brilho é de um luar.
Lá, o sol chega mais cedo!
Para tristeza do medo...
E festa da passarada.
Que cumprindo seu enredo,
Abandona os arvoredos e segue sua jornada.
É onde o vento é maestro e as palmeiras o coral.
E as dunas, feito um amante, beijam o solo a todo instante,
Num eterno ritual.
E eu, comigo converso e confesso:
Tenho mais do que preciso.
E o peito bate mais forte,
Festejando a minha sorte.
E findo, com um grande sorriso. Rsrsrsrsrsr.
ALQUE
UM AMIGO
Se você um amigo tem, saiba que é o que há de melhor.
Pois de tanto querer bem, ele embarca no seu trem...
E nunca lhe deixa só.
É como toda manhã sentir o brilho do sol.
E é essa claridade, que transforma a amizade, num grande e eterno farol.
E aquele que não tem, eu fico sempre a lamentar...
Não é com notas de cem, lá naquele armazém que você vai encontrar.
Saiba que é alem, é como os segredos do mar...
Há que saber que o vem, só vai encontrar alguém...
Alguém que lhe sabe dar.
(Poema canção/ Cd Poemas em Canções I)
Alque
Se você um amigo tem, saiba que é o que há de melhor.
Pois de tanto querer bem, ele embarca no seu trem...
E nunca lhe deixa só.
É como toda manhã sentir o brilho do sol.
E é essa claridade, que transforma a amizade, num grande e eterno farol.
E aquele que não tem, eu fico sempre a lamentar...
Não é com notas de cem, lá naquele armazém que você vai encontrar.
Saiba que é alem, é como os segredos do mar...
Há que saber que o vem, só vai encontrar alguém...
Alguém que lhe sabe dar.
(Poema canção/ Cd Poemas em Canções I)
Alque
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

O JARDIM
Conheci um jardim, que ao sorrir para mim, exalou pelo ar:
Todo aroma das flores de um pomar.
Tem na boca carmim e na pele cetim.
E a voz oh! Que voz! Só os anjos falam assim.
E seu coração, abre feito um portão, só amor sabe dar.
Vi uma estrela fugir com medo de competir, com o brilho
Do seu olhar.
ALQUE
E seu coração, abre feito um portão, só amor sabe dar.
Vi uma estrela fugir com medo de competir, com o brilho
Do seu olhar.
ALQUE
BRILHO MÁGICO
Do teu olhar, cristais vão sair...
É tanto brilho que eu não vou resistir!!
Mas és como uma ilha, a milhas e milhas...
Como em ti chegar?
Um dia, espero, com esse meu rio, inundar teu deserto...
E por certo, me pedirá pra eu ficar...
E nada mais será como antes...
A magia do instante, aos navegantes dirá:
Não tenham medo do vento que te leva rio à cima,
E saiba que esse frio nada tem a ver com o clima,
Pois ele vem do vazio...
Que não rima com sonhar.
Vão! Entrem no mar e naveguem, mas com um sorriso,
E leiam sempre o aviso que diz: PROIBIDO É NÃO AMAR!
ALQUE
Do teu olhar, cristais vão sair...
É tanto brilho que eu não vou resistir!!
Mas és como uma ilha, a milhas e milhas...
Como em ti chegar?
Um dia, espero, com esse meu rio, inundar teu deserto...
E por certo, me pedirá pra eu ficar...
E nada mais será como antes...
A magia do instante, aos navegantes dirá:
Não tenham medo do vento que te leva rio à cima,
E saiba que esse frio nada tem a ver com o clima,
Pois ele vem do vazio...
Que não rima com sonhar.
Vão! Entrem no mar e naveguem, mas com um sorriso,
E leiam sempre o aviso que diz: PROIBIDO É NÃO AMAR!
ALQUE
O INEXPLICÁVEL
O amor ao nascer, é como uma flor,
Em tudo existe ternura.
No olhar, no falar e mesmo sem voar,
Nos sentimos nas alturas.
Inexplicável, é o amor!
Mas quando quebra o encanto,
Logo vem o pranto e a vida fica um horror.
É uma estranha fadiga...
Dói cabeça, dói barriga, e o corpo é uma só dor.
Inexplicável é o amor!
E o que antes era bom, vira um grande tédio,
Pois não há remédio pras desilusões.
A não ser o tempo, que é quem cura os sofrimentos, dos nossos corações. ALQUE
O amor ao nascer, é como uma flor,
Em tudo existe ternura.
No olhar, no falar e mesmo sem voar,
Nos sentimos nas alturas.
Inexplicável, é o amor!
Mas quando quebra o encanto,
Logo vem o pranto e a vida fica um horror.
É uma estranha fadiga...
Dói cabeça, dói barriga, e o corpo é uma só dor.
Inexplicável é o amor!
E o que antes era bom, vira um grande tédio,
Pois não há remédio pras desilusões.
A não ser o tempo, que é quem cura os sofrimentos, dos nossos corações. ALQUE
terça-feira, 30 de dezembro de 2008
FALAR DE AMOR
Nesses dias em que os valores
Não mais rimam com as flores,
Só com as cores do natal...
E os amores, estão frios,
Iguais aos rios vazios,
Corredores para os ventos.
E como o ferro e o cimento,
O símbolo do capital...
Mesmo assim, eu não desisto,
Pois acredito que o amor,
É cura pra qualquer dor,
Até mesmo a do Doutor,
Que pensa saber de tudo,
Mas o peito vive mudo,
E sofre do mesmo mal.
Amar é o único caminho!
Ame tudo, tire o sisudo do rosto,
E voe, feito um passarinho.
Ame a terra e as plantas,
Seja delas um bom vizinho.
É a mãe que nos alimenta,
Sem cobrar o uso do ninho.
E ame as pessoas!
Mas ame além dos diplomas,
Sem escolher idiomas,
O que vale é a emoção.
Pois não é Paris nem Roma,
Quem multiplica ou soma,
As coisas do coração.
Corte os requintes,
Tente ser simples,
Trocando o ter pelo ser.
E verá que essas luzes,
Não passam de artifícios,
Os que caem no precipício,
Só usam os olhos pra ver.
ALQUE
Nesses dias em que os valores
Não mais rimam com as flores,
Só com as cores do natal...
E os amores, estão frios,
Iguais aos rios vazios,
Corredores para os ventos.
E como o ferro e o cimento,
O símbolo do capital...
Mesmo assim, eu não desisto,
Pois acredito que o amor,
É cura pra qualquer dor,
Até mesmo a do Doutor,
Que pensa saber de tudo,
Mas o peito vive mudo,
E sofre do mesmo mal.
Amar é o único caminho!
Ame tudo, tire o sisudo do rosto,
E voe, feito um passarinho.
Ame a terra e as plantas,
Seja delas um bom vizinho.
É a mãe que nos alimenta,
Sem cobrar o uso do ninho.
E ame as pessoas!
Mas ame além dos diplomas,
Sem escolher idiomas,
O que vale é a emoção.
Pois não é Paris nem Roma,
Quem multiplica ou soma,
As coisas do coração.
Corte os requintes,
Tente ser simples,
Trocando o ter pelo ser.
E verá que essas luzes,
Não passam de artifícios,
Os que caem no precipício,
Só usam os olhos pra ver.
ALQUE
PROJETO “CORAÇÃO”
Antes que o amor vire lenda,
E o peito não mais entenda
A língua da emoção...
Eu trago uma emenda,
E quero alguém que a defenda,
No projeto “coração”.
Ela, não precisa de favores,
Só da certeza das flores,
E da pureza de um olhar.
E no lugar dos assessores,
Quero muitos trovadores,
São eles que irão julgar.
Nela, não é preciso papel,
É tudo, tudo ,a granel...
Como as conchas do mar.
Anotar, só no livro dos prazeres,
Que há em todos os seres...
Em qualquer tempo e lugar.
Sei que os contras logo dirão;
Não há coro e nem foro pra essa questão!
Mas não desistirei!
Pois não há trono nem rei, sem as leis da paixão.
ALQUE
Antes que o amor vire lenda,
E o peito não mais entenda
A língua da emoção...
Eu trago uma emenda,
E quero alguém que a defenda,
No projeto “coração”.
Ela, não precisa de favores,
Só da certeza das flores,
E da pureza de um olhar.
E no lugar dos assessores,
Quero muitos trovadores,
São eles que irão julgar.
Nela, não é preciso papel,
É tudo, tudo ,a granel...
Como as conchas do mar.
Anotar, só no livro dos prazeres,
Que há em todos os seres...
Em qualquer tempo e lugar.
Sei que os contras logo dirão;
Não há coro e nem foro pra essa questão!
Mas não desistirei!
Pois não há trono nem rei, sem as leis da paixão.
ALQUE
domingo, 14 de dezembro de 2008
MEU ANJO PROFANO
Quando tudo escureceu...
Eu senti que era eu...
Sem caminhos pra seguir.
E são tantos os “Romeus”!
Que se perdem nesse “breu”...
E sozinhos, não vão sair.
Minha sorte foi um anjo...
Seu nome, não é arcanjo,
E nem tão pouco querubim.
Na voz, tem a paz de um banjo...
E no corpo, traz um arranjo,
De tudo que há num jardim.
A harpa é a minha pele...
E não há som que eu não revele...
Quando suas mãos tocam em mim.
Sei que de onde ela vem, não tem só canavial...
Mas já fui ao seu canteiro e as pimentas são de cheiro...
Sua única parte vilã é está toda manhã, a falar com o seu quintal.
ALQUE
Quando tudo escureceu...
Eu senti que era eu...
Sem caminhos pra seguir.
E são tantos os “Romeus”!
Que se perdem nesse “breu”...
E sozinhos, não vão sair.
Minha sorte foi um anjo...
Seu nome, não é arcanjo,
E nem tão pouco querubim.
Na voz, tem a paz de um banjo...
E no corpo, traz um arranjo,
De tudo que há num jardim.
A harpa é a minha pele...
E não há som que eu não revele...
Quando suas mãos tocam em mim.
Sei que de onde ela vem, não tem só canavial...
Mas já fui ao seu canteiro e as pimentas são de cheiro...
Sua única parte vilã é está toda manhã, a falar com o seu quintal.
ALQUE
OUTROS TEMPOS...
Quando os campos eram verdes e densos.
Poucos eram os lenços...
Choros, só de alegria.
Medo? Tinham, mas do escuro!
E não erguiam muros.
Apuros, quase não havia.
Hoje, são outros, os valores...
De cores artificiais.
Suas flores, flora a qualquer tempo...
Porque nunca morrem...
E muito sangue corre...
E escorre nos jornais.
E com ele, circula a dor, feito um calor...
Vindo de homens digitais.
Mas o relógio de tempo continua analógico,
E pedagógico...
Pois há sempre tempo pra o amor...
É só seguir seus sinais.
ALQUE
Quando os campos eram verdes e densos.
Poucos eram os lenços...
Choros, só de alegria.
Medo? Tinham, mas do escuro!
E não erguiam muros.
Apuros, quase não havia.
Hoje, são outros, os valores...
De cores artificiais.
Suas flores, flora a qualquer tempo...
Porque nunca morrem...
E muito sangue corre...
E escorre nos jornais.
E com ele, circula a dor, feito um calor...
Vindo de homens digitais.
Mas o relógio de tempo continua analógico,
E pedagógico...
Pois há sempre tempo pra o amor...
É só seguir seus sinais.
ALQUE
AME UMA DE CADA VEZ!
Pra ter vida longa um amor,
Seu valor não se pode comprar.
Pois ele é igual a uma flor,
Frio ou calor, só vive se regar.
Se contente em ser um lago,
Com afagos no mesmo lugar...
Não queira ser um grande rio,
Que quando invade os baixios,
Sempre se perde no mar.
Não inveje um beija-flor,
Com todo seu glamour,
“De em todas, beijar”.
E nem a vida do cantor,
Que também sente dor,
Mesmo sendo um pop star.
Não queira todas as estrelas...
Tê-las, se contente com o olhar.
E não queira ser como as marés,
Que por nunca está em pé,
Não fica em nenhum lugar.
ALQUE
Pra ter vida longa um amor,
Seu valor não se pode comprar.
Pois ele é igual a uma flor,
Frio ou calor, só vive se regar.
Se contente em ser um lago,
Com afagos no mesmo lugar...
Não queira ser um grande rio,
Que quando invade os baixios,
Sempre se perde no mar.
Não inveje um beija-flor,
Com todo seu glamour,
“De em todas, beijar”.
E nem a vida do cantor,
Que também sente dor,
Mesmo sendo um pop star.
Não queira todas as estrelas...
Tê-las, se contente com o olhar.
E não queira ser como as marés,
Que por nunca está em pé,
Não fica em nenhum lugar.
ALQUE
AMAR NÃO É SÓ DIZER
Eu te amo!
Todo mundo diz.
Mas não passa de risco de giz.
E a lousa do peito, nas letras dá um jeito...
E se ler; não me sinto feliz.
Amar, não é só dizer!
É sentir! É viver!
É uma estrada boa pra caminhar...
É um mar, que traz em suas ondas, sempre um novo dia.
Um dia sem anoitecer...
Pois o brilho de cada olhar, faz da noite um eterno luar...
Como se só houvesse o amanhecer.
ALQUE
Eu te amo!
Todo mundo diz.
Mas não passa de risco de giz.
E a lousa do peito, nas letras dá um jeito...
E se ler; não me sinto feliz.
Amar, não é só dizer!
É sentir! É viver!
É uma estrada boa pra caminhar...
É um mar, que traz em suas ondas, sempre um novo dia.
Um dia sem anoitecer...
Pois o brilho de cada olhar, faz da noite um eterno luar...
Como se só houvesse o amanhecer.
ALQUE
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
TUDO ESTÁ EM VOCÊ
Lá na linha do horizonte, nem sempre existe uma fonte, que nos Faz cruzar o rio.
E quem só acredita nela, passa a vida na janela, pois ficou a ver Navios.
O que isso quer dizer?
É que tudo está em você, é só saber procurar.
Não precisa ir tão longe!A vida, é como um monge, que vive em qualquer lugar...
E quando vier a grande onda, não se esconda, vá e aprenda a nadar.
E verá que o que era nove na escala dos tufões, virou Love...
Que é amor, mas só inunda os corações. ALQUE
Lá na linha do horizonte, nem sempre existe uma fonte, que nos Faz cruzar o rio.
E quem só acredita nela, passa a vida na janela, pois ficou a ver Navios.
O que isso quer dizer?
É que tudo está em você, é só saber procurar.
Não precisa ir tão longe!A vida, é como um monge, que vive em qualquer lugar...
E quando vier a grande onda, não se esconda, vá e aprenda a nadar.
E verá que o que era nove na escala dos tufões, virou Love...
Que é amor, mas só inunda os corações. ALQUE
A AMIZADE
Esse sentimento nobre, que vem do rico
E do pobre, do ateu e do cristão.
Não pergunta por que veio, não lhe deixa
Com receio, de abrir o seu coração.
Não reclama, só escuta. Não critica sua
Conduta, e seu forte é a lealdade.
Do que falo não tem cor, não tem cheiro
Nem sabor, mas tem um grande valor..
O seu nome: É amizade.
ALQUE
Esse sentimento nobre, que vem do rico
E do pobre, do ateu e do cristão.
Não pergunta por que veio, não lhe deixa
Com receio, de abrir o seu coração.
Não reclama, só escuta. Não critica sua
Conduta, e seu forte é a lealdade.
Do que falo não tem cor, não tem cheiro
Nem sabor, mas tem um grande valor..
O seu nome: É amizade.
ALQUE
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